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domingo, 27 de junho de 2010

Pedro Leopoldo (MG) de Chico Xavier

Tudo passa

Todas as coisas, na Terra, passam…

Os dias de dificuldades, passarão…

Passarão também os dias de amargura e solidão…

As dores e as lágrimas passarão.

As frustrações que nos fazem chorar, um dia passarão.

A saudade do ser querido que está longe, passará.

Dias de tristeza… Dias de felicidade…

São lições necessárias que, na Terra, passam, deixando no espírito imortal as experiências acumuladas.

Se hoje, para nós, é um desses dias repletos de amargura, paremos um instante.

Elevemos o pensamento ao alto, e busquemos a voz suave da Mãe amorosa a nos dizer carinhosamente:

”Isso também passará… “

E guardemos a certeza, pelas próprias dificuldades já superadas, que não há mal que dure para sempre.

O planeta Terra, semelhante a enorme embarcação, às vezes parece que vai soçobrar diante das turbulências de gigantescas ondas.

Mas isso também passará, porque Jesus está no leme dessa Nau, e segue com o olhar sereno de quem guarda a certeza de que a agitação faz parte do roteiroevolutivo da humanidade, e que um dia também passará…

Assim, façamos a nossa parte o melhor que pudermos, sem esmorecimento, e confiemos em Deus, aproveitando cada segundo, cada minuto que, por certo….também passarão.


Emmanuel
Psicografado por Chico Xavier

Urubu pousado na cruz

Um cena me chamou a atenção hoje: vi um urubu pousado no braço direito de uma cruz, em cima de uma igreja. O que poderia lhe representar uma cena dessas?

Alguns pensariam que é um mal agouro. Uma ave feia, negra, que come carniça, posada na cruz do mestre Sr. Jesus em cima de uma igreja? Já não bastasse o que ele sofreu e vem uma ave dessas lhe agourar? Diriam: Ela deveria ser expulsa!

Por outro lado, podemos pensar que é uma ave especial. Que faz o trabalho de poucas, removendo a carniça da face da Terra. Que, apesar se sua aparência, é uma ave criada por Deus. Podemos ainda pensar que ela estava cansada e encontrou repouso no braço daquele que nunca negou alívio a quem o procurasse. E, mesmo depois de tantos anos, ele ainda continua dando alívio. Seja para o bonito ou o feio, seja para um canário ou para um urubu.

Tudo nesse mundo tem um valor especial. Por vezes, tão diferente de nós que a forma nos assusta. Somos sempre levados a julgar pela aparência, mas dificilmente pelo interior. Seríamos capazes de estender o braço para um necessitado com uma aparência assustadora procurando conforto?